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O conceito de adquirir um imóvel por metade do preço é o principal atrativo dos leilões, mas o famoso "50% de desconto" raramente representa o ganho líquido que você levará para casa. Para calcular quanto realmente se economiza, é necessário fazer uma conta básica que deduza a burocracia do valor do lance. Na prática, a economia real fica entre 25% e 35% para quem faz tudo corretamente.
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Qual a distinção entre desconto bruto e lucro líquido?
O desconto bruto é aquela porcentagem atrativa que aparece no anúncio: “Imóvel avaliado em R$ 500 mil por R$ 250 mil”. Esse número considera apenas o valor de mercado versus o lance inicial mínimo. É um indicador de potencial, não uma certeza.
A economia real (ou lucro líquido) é o que resta após o pagamento de todas as taxas obrigatórias para transferir o imóvel para seu nome e torná-lo habitável. O comprador deve somar comissão, impostos, cartório e eventuais reformas. Se essa soma não for feita antecipadamente, o “desconto” pode se transformar em prejuízo.
Na tabela a seguir, confira uma simulação realista de como os custos podem reduzir o desconto inicial.
Cenário: Apartamento avaliado em R$ 500.000,00
| Item de Custo | Valor Estimado | Impacto no Bolso |
| Lance Vencedor (50%) | R$ 250.000,00 | Base do investimento |
| Comissão Leiloeiro | R$ 12.500,00 | + 5% (Obrigatório) |
| ITBI (Imposto) | R$ 7.500,00 | + 3% (Média SP/RJ) |
| Registro/Escritura | R$ 5.000,00 | + 2% (Média) |
| Reformas/Desocupação | R$ 25.000,00 | + 10% (Estimativa segura) |
| CUSTO TOTAL FINAL | R$ 300.000,00 | Economia Real: 40% |
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Quais custos ocultos a maioria ignora?
Além das taxas óbvias de cartório e leiloeiro, existem custos “invisíveis” que surpreendem o investidor. O principal é o custo do tempo. Um imóvel de leilão pode levar de 6 a 12 meses para ser desocupado e regularizado. Durante esse período, o capital fica parado e você ainda pode ter que arcar com o condomínio mensal sem usufruir do bem.
Outro fator é o Imposto de Renda sobre Lucro Imobiliário. Se você comprar para revender, o governo cobrará 15% sobre a diferença entre o preço de compra e o de venda. Esse imposto deve ser pago no mês seguinte à venda, reduzindo significativamente a margem de quem faz flipping (compra e venda rápida).
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Onde encontrar os maiores descontos reais?
Os descontos variam bastante conforme a origem do leilão. Nos leilões judiciais, especialmente na 2ª praça, o lance inicial cai obrigatoriamente para 50% ou 60% da avaliação. É aqui que estão as margens mais agressivas, pois o objetivo do juiz é quitar a dívida a qualquer custo.
Já nos leilões extrajudiciais (bancos), os descontos costumam ser menores (entre 30% e 40%), pois o banco quer apenas recuperar o valor do financiamento não pago. Porém, a “economia” aqui vem da facilidade: menos risco jurídico e, muitas vezes, a possibilidade de financiar o próprio imóvel arrematado.
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Vale a pena comprar para revender?
A resposta depende da sua margem de segurança. Para que seja lucrativo como negócio de revenda, o custo total da aquisição (lance + taxas + reforma) não deve ultrapassar 70% do valor de mercado do imóvel. Se pagar mais do que isso, a margem de lucro será muito estreita para cobrir os riscos e o tempo de espera.
Para quem compra para morar, a conta é mais flexível. Mesmo que a economia final seja de apenas 20%, ainda representa adquirir um apartamento de R$ 500 mil pagando R$ 400 mil, uma economia de R$ 100 mil que dificilmente você conseguiria negociando com um proprietário comum.
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